2ª RAP socializa mapeamento pastoral paroquial

22/08/2016 Igreja

2ª RAP socializa mapeamento pastoral paroquial

SEGUNDA-FEIRA, 22 DE AGOSTO: A segunda RAP - Reunião Ampla de Pastoral do Ano aconteceu na Casa de Pastoral neste final de semana e reuniu mais de 130 agentes que juntos discutiram sobre a primeira prioridade da 3ª Assembleia Arquidiocesana de Pastoral – Comunidade de Comunidades: cuidando da Casa Comum que teve como objetivo principal a socialização do Mapeamento Pastoral Paroquial à Luz do Plano de Ação Pastoral da Arquidiocese. Na mesma oportunidade foi trabalhado também o Plano de Ação 2017.

Ao acolher os participantes, um dos três coordenadores de Pastoral Arquidiocesano, Padre Aylton Lopes disse que aquele era um momento forte da Arquidiocese com a realização da segunda RAP. “Neste mapeamento que vamos estudar nestes dois dias de reunião, entenderemos que na dimensão de comunidade e comunidades precisaremos conhecer melhor os fieis, o nosso povo e observar as demandas para então continuar no ano da familia trabalhando essa dimensão da comunidade dinâmica e participativa”.

Convidado para abrir oficialmente o evento, Dom José Alberto Moura enfatizou que é preciso unir e aprender bem. “Deus nos ensina através da Igreja que instituiu para continuarmos a missão dele. Precisamos aprender e ensinar. Compreender bem nossa missão, onde estamos e de que maneira podemos ser presença qualificada. Lembro aqui do Alvimar do CPT que partiu hoje para a morada do Pai. Ele que nos ajudou muito através da história de nossa Igreja baseada na Fé de Jesus Cristo para dar de si”, concluiu o arcebispo.

Sônia Gomes apresentou os números arrecadados com o Mapeamento Paroquial através de um questionário enviado às 63 paróquias que envolvem toda a arquidiocese de Montes Claros. Apenas 40 delas retornaram o questionário respondido. Dos 42 organismos e pastorais, somente 11 responderam ao questionário.

“É um desafio devolver o mapeamento das paróquias pastorais e organismos, temos por objetivo fazer com que a paróquia se situe territorialmente e saiba qual a realidade em que está inserida”, disse Sônia que com algumas Paróquias ficou surpreendida com as respostas. “Eles foram além do que propusemos, enviaram dados interessantes e demonstraram que realmente estão alinhados com as diretrizes de nossa Arquidiocese. Para as paróquias que ainda não responderam queremos desafiá-las porque queremos conhecer as experiências vividas por elas”, disse.

Em um mapa da Arquidiocese exposto na parede os dados foram cuidadosamente colocados para melhor visualização aos presentes. Ficando dessa maneira os números colhidos com o mapeamento realizado:

·         TOTAL DE PARÓQUIAS DA ARQUIDIOCESE = 63

·         NÚMERO DE PARÓQUIAS QUE RESPONDERAM = 40

·         Nº DE ORGANISMOS/PASTORAIS: 42

·         Nº DE ORGANISMOS/PASTORAIS QUE RESPONDERAM: 11

Na soma dos dados enviados por essas 40 paróquias e 11 organismos/pastorais a equipe conseguiu perceber que pela somatória já são 126 comunidades urbanas, 457 comunidades rurais e 519 grupos de base (círculos bíblicos). A organização do CPP – Conselho Pastoral Paroquial e CPC – Conselho Pastoral Comunitário também foi um dos pontos levantados e refletido pelos participantes.

“Diante desses dados percebemos que nossa Arquidiocese tem uma característica rural o que nos leva a repensar de forma responsável como estão os projetos e trabalhos pastorais e de evangelização nessas regiões. No questionário vimos respostas de comunidades rurais que tem apenas uma Missa ao ano. Precisamos estudar uma estratégia enquanto igreja para ação efetiva nessa situação”, disse Sônia.

Padre Jairo disse que o êxodo rural é um problema recorrente que os padres encontram, sobretudo, porque não dispõem de apoio para desenvolverem os trabalhos pastorais. Sendo assim, limitam-se apenas à dimensão do Sacramento.

Para finalizar Dom José pontua que o esforço tem sido grande no sentido de fazer com que todas as forças vivas da arquidiocese  participem de um processo de conhecimento e mudança para ser igreja missionária

“É evidente que precisamos da atenção de todos, mas para isso precisamos estar em sintonia. Chama a atenção para o envolvimento de todos, diz o arcebispo quando reforça a importância de quem não enviou ainda a resposta do questionário, possa o quanto antes, providenciar responder às perguntas enviadas.

Quanto à dificuldade de Missas Rurais disse: “ Os Sacramentos são importantes, mas é preciso que as pessoas sejam evangelizadas ao mesmo tempo. Em primeiro lugar é preciso que a pessoa conheça e se encante por Jesus Cristo. Nossa missão é essa – Ver que Ele é o fundamento da nossa fé. E é a partir da nossa fé que vamos encantar aos outros. Vamos entusiasmar com a nossa fé para transformarmos a nossa vida, o convívio humano e a sociedade”, finalizou Dom José.

Para os organizadores a 2ª RAP finalizou com saldo positivo de participação efetiva das Paróquias, padres, religiosos e leigos envolvidos.

Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros (38 Vivo) 9905-1346 (38 claro) 8423-8384 ou pelo e-mail:imprensacatolica@yahoo.com.br

Fonte: www.arquimoc.com

 

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